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Livro


Vencendo o Pânico sem Drogas

A vida segue normal até que, de repente, num vertiginoso assalto de sintomas, surge a sensação da morte chegando.

E a morte chega mesmo, porque a pessoa que vivia até então deixa de existir - daquele modo como ela era antes. Pode renascer daí uma pessoa nova, ainda muito melhor, desde que compreenda o que é a crise.

Não havendo essa compreensão, como é regra, a ansiedade toma conta e não há droga no mundo capaz de evitar a perda da alegria de viver. É assim que a ignorância transforma uma crise de poucos minutos em uma síndrome de pânico para o resto da vida

Este livro ensina a acabar definitivamente com o pânico, utilizando para isso a própria crise.

Nele estão as explicações que decifram os principais enigmas desse distúrbio, por exemplo:

  • Por que a maior incidência em adultos jovens?
  • Por que ocorre muito mais em mulheres que em homens?
  • Como se explica a diminuição das crises durante a gravidez?
  • Por que a crise pode estar relacionada com o nascimento?
  • Por que algumas pessoas deixam de sofrer as crises em definitivo – mesmo sem tratamentos – enquanto outras passam o resto da vida tomando remédios?
  • As respostas a esses e a outros enigmas sobre o pânico num livro que não se limita a descrever sintomas, mas explica o que realmente importa: o porquê deles.

    Não adianta saber que nas crises ocorre, por exemplo, uma "hiperatividade adrenérgica no tronco cerebral envolvendo o locus coeruleus". Quem vive esse drama não pode fazer nada com informação assim, a não ser entregar-se à dependência de remédios que não curam e trazem sérios efeitos colaterais.

    Se existe alteração eletroquímica no cérebro, é causada por algo. Portanto, é conseqüência e não a causa da crise, ao contrário do que se apregoa.

    Este livro surpreende com a revelação dessa causa mais profunda, até agora ignorada. Conhecer essa causa liberta o paciente dependente, pois lhe permite atuar sobre ela. É a sua oportundade de curar a si mesmo, libertando-se do eterno "controle" a que está condenado.